18.1.10

Primeira postagem de 2010

Apesar da declaração escrotíssima de Pat Robertson, não pude escrever pois estava viajando. Cito, esse texto excelente do Veríssimo. Já que está aqui, sinta-se convidado a ler sobre minha série Porque sou Ateu, partes [1] [2] [3] [4], e saiba um pouquinho mais sobre mim. Não está revisado nem atualizado, já que fiquei um pouco mais velho e um pouco mais sábio. Mas o farei em breve.

4 comentários:

Mademoiselle S disse...

mais que escroto, eu diria nojento. qndo os haitianos conseguiram expulsar os franceses, eles estavam expulsando o "diabo" da escravidão (que Napoleão queria que fosse reestabelecida em todas as colônias francesas). escravidão que, não é nenhum exagero dizer, foi apoiada pelo cristianismo no período colonial.

Freud disse...

Eu sou o único que pensei o que pensei quando li "Pat Robertson"?

Sinn-Klyss disse...

A alegoria-mor nunca foi tão bem presepeada como a que estava ali embestada e ecumenizada no carnaval.
Fabricada pela Prostituta das Mães, com um garoto pajem, uma Madonna e uma A parecida. A Madonna de Mel Gibson premeditava, deitando o olho sobre a vida de cada um, em meio ao folguedo dos que têm pouca liberdade pra escapulir das misérias e da mentira.
Apenas o mais sofrível era que no lugar da criança negra usada pelos “pilares celestiais” não estava o Bam-Bam (com o diploma de pantomima na mão – talvez estivesse, no dia, alugado para “emocionar” algum povoado simplório com algum casamento fora de época sacralizado por interesses que vazam eternamente em gangrenas dum Bad Romance).
Estamos deixando pra trás um mundo de velhices mentirosas. Já sentimos que estamos falidos como Sociedade. Aonde é que parasitas com tramas mais que denunciadas pela Fita Branca esperam nos levar com suas Pantomimas Decadentes?
Vamos nos preparar agora para encarar nos próximos anos uma palhaçada armada com (e contra) a mulher e o negro?
Cantam-na hoje como a ludibriaram como ‘rainha’(envaidecida em sua própria escravidão); cantam-no hoje como o ludibriaram suspendendo-o como capacho-traíra que pegava em chicotes contra os seus próprios e os encarcerava em troca de benesse. Uma pele que teve seus meninos currados gerações-à-fio se entregaria hoje à benção de covardes? Por que em países desenvolvidos os meninos branquinhos também como os “irados-de-favelas” não querem mais beijar mãos sujas de aduladores de famílias? Deixará o negro hoje levar a Trama Canalha como “bonzinho-abençoado” contra seus irmãos desfavorecidos lá na África e em outras lonjuras? Por que a Europa já não aceita mais servir suas crianças às fantasias dos vampiros e bruxas, igrejas, e crenças? Teríamos que pagar o refluxo espúrio de uma covardia armada com bajulação aos negros, ludibriação das mulheres, e com o cêrco de TODOS os infantes de nossa espécie desde tenros?
Talvez a “pêra” que enfiaram nos que não quiseram vergar-se à Covardia hoje tenha uma versão que paira cintilante sobre uma mão, pronta pra devolver os reclames e os choros, e o horror, sobre os parasitas que tiraram de nós o vigor, o brilho, a estatura de nossa espécie, e nos afligiram em intermináveis gerações.
Somos seres humanos e não nascemos pra viver eternamente sob o desígnio de pulhas escravizadores ... é bom que nenhum calhorda mais deixe de se dar conta disso, e nenhum covarde se acocore mais sob as asas de Canalhice Mentirosa que prega-nos o cinismo.
A gurizada tá lendo TUDO dum guri “rebelde” que lavrou o brio de sua geração com o nome Haddammann.

Rodrigo Souza disse...

Tu dizeu, tá dizido...